Pratique questões de medicina
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Um paciente de 62 anos, com histórico de infarto do miocárdio há 6 meses, hipertensão não controlada e dislipidemia, comparece à consulta de seguimento. Ele é fumante há 30 anos, com consumo de cerca de 20 cigarros por dia. Atualmente, está em uso de aspirina 100 mg/dia, atorvastatina 20 mg/dia e ramipril 5 mg/dia, com pressão arterial de 155/95 mmHg. O paciente se queixa de fadiga e relata dificuldade para aderir à dieta e ao regime de exercícios físicos devido a falta de motivação. Considerando o risco elevado para complicações cardiovasculares, qual seria a melhor estratégia de acompanhamento e rastreamento para prevenção secundária?
Continuar com o plano terapêutico atual, agendar novas consultas a cada 6 meses e monitorar apenas os fatores de risco para doenças cardiovasculares, sem incluir um programa estruturado de reabilitação.
Iniciar terapias de suporte psicológico e antidepressivos, priorizando a melhora do estado emocional do paciente para melhorar a adesão ao tratamento, antes de realizar ajustes na medicação.
Ajustar a dose de aspirina para 300 mg/dia e recomendar aumento da dose de ramipril para controle da pressão arterial, sem incluir outras mudanças no plano terapêutico.
Envolver o paciente em um programa de reabilitação cardíaca supervisionada, aumentar a dose de atorvastatina para 40 mg/dia e reavaliar a pressão arterial após 6 meses.
Implementar mudanças no estilo de vida imediatamente, incluindo um programa de cessação do tabagismo, e aumentar a adesão ao exercício físico, além de ajustar a medicação conforme necessário.