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Um paciente de 40 anos, com resistência a antibióticos e episódios recorrentes de infecções gastrointestinais, busca uma alternativa ao uso de antimicrobianos convencionais. Seu gastroenterologista explica que novas estratégias terapêuticas estão sendo estudadas para modular a microbiota intestinal e combater patógenos sem comprometer a biodiversidade microbiana. Entre essas abordagens emergentes, destacam-se o uso de bacteriófagos, peptídeos antimicrobianos e edição genética direcionada à microbiota.
Com base nas novas estratégias terapêuticas para o tratamento da disbiose, qual das alternativas está corretamente associada a essa abordagem?
A terapia com bacteriófagos tem se mostrado ineficaz na modulação da microbiota, pois vírus não possuem a capacidade de interagir com microrganismos intestinais.
A edição genética da microbiota, utilizando técnicas como CRISPR-Cas9, ainda é experimental e apresenta alto risco de destruição total da microbiota intestinal.
Novas terapias antimicrobianas devem substituir completamente o uso de probióticos e prebióticos no tratamento da disbiose, pois possuem efeito mais direto na modulação da microbiota.
O uso de bacteriófagos específicos representa uma abordagem promissora para modular seletivamente a microbiota intestinal, eliminando patógenos sem afetar a diversidade bacteriana benéfica.
O uso de peptídeos antimicrobianos é contraindicado no tratamento da disbiose, pois pode destruir indiscriminadamente tanto microrganismos patogênicos quanto benéficos.