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SANARFLIX - 2026
Um paciente de 55 anos com histórico de rinossinusite crônica e hipertensão controlada procura o pronto-socorro após apresentar episódio de epistaxe moderada pela narina esquerda. O sangramento cessou após compressão nasal anterior e aplicação tópica de vasoconstritor. A equipe médica decide por conduta ambulatorial, orientando medidas preventivas e prescrevendo tratamento farmacológico para reduzir o risco de recorrência.
Sobre os medicamentos indicados no manejo clínico da epistaxe e suas respectivas justificativas, qual das opções abaixo está correta e mais bem fundamentada pelas diretrizes atuais?
O uso tópico de vasoconstritores como oximetazolina reduz o fluxo sanguíneo local ao induzir vasoconstrição α-adrenérgica, sendo eficaz no controle imediato e prevenção de novos episódios em curto prazo.
A prescrição rotineira de antibióticos sistêmicos após epistaxe anterior é recomendada para evitar colonização bacteriana, mesmo na ausência de tamponamento nasal.
Corticoides sistêmicos estão indicados nas epistaxes recorrentes por sua ação antiagregante plaquetária e vasodilatadora direta sobre a mucosa nasal.
O uso de ácido tranexâmico oral está contraindicado no contexto ambulatorial, sendo reservado exclusivamente para pacientes com coagulopatias graves e epistaxe posterior.
Vasodilatadores tópicos como isossorbida são recomendados para promover regeneração mucosa após cauterizações ou tamponamentos repetidos.