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Um homem de 72 anos, com diagnóstico de DPOC há 5 anos, comparece ao pronto-atendimento devido a piora da dispneia habitual, aumento da frequência e intensidade da tosse e alteração do padrão do escarro, que passou a ser mais volumoso e com coloração amarelada há três dias. Faz uso regular de broncodilatadores de longa ação, mas com baixa adesão nos últimos meses. É tabagista ativo (38 maços-ano). Ao exame físico, apresenta: PA 128/82 mmHg, FC 98 bpm, FR 24 irpm, SpO₂ 91% em ar ambiente. O exame pulmonar revela roncos e sibilos difusos, sem estertores. Radiografia de tórax sem sinais de consolidação. Laboratório: leucócitos 11.200/mm³, PCR 48 mg/L. Não há critérios para internação em UTI.
Considerando a necessidade de antibioticoterapia em pacientes com exacerbação de DPOC, qual das alternativas abaixo é mais adequada para este caso?
Utilizar claritromicina apenas se houver falha no tratamento com corticoides e broncodilatadores isolados.
Iniciar amoxicilina-clavulanato por via oral, visto que o paciente apresenta os três critérios clássicos de Anthonisen.
Não iniciar antibióticos, pois a ausência de febre e de infiltrado pulmonar contraindica seu uso.
Prescrever levofloxacino por via oral, por ser a droga de primeira linha em qualquer exacerbação de DPOC.
Administrar ceftriaxona intravenosa imediatamente, independentemente da gravidade clínica.