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HSL - SP - HOSPITAL SÍRIO-LIBANÊS - SP - 2026
A área mais crítica para isquemia após ligadura proximal da AMI é o ângulo esplênico (ponto de Griffiths), portanto a preservação da artéria retal superior não influenciaria significativamente a perfusão do retossigmoide.
O ponto de Sudeck corresponde à região da junção retossigmoide e pode sofrer isquemia quando a AMI é ligada proximalmente; para reduzir o risco de isquemia, recomenda-se, quando oncologicamente aceitável, preservar a artéria retal superior ou avaliar perfusão intraoperatória antes de confeccionar a anastomose.
A circulação colateral via arco de Riolan é constante e suficientemente eficaz em todos os pacientes; por isso, a ligadura alta do AMI não aumenta de forma significativa o risco de isquemia na junção retossigmoide.
O ponto de Griffiths está localizado na junção retossigmoide (confundindo-se com Sudeck); por isso, qualquer manobra para preservar perfusão distal deve focar na artéria mesentérica superior.
A presença de submucosa vascular extensa no reto torna o ponto de Sudeck praticamente indiferente para a decisão cirúrgica; portanto, a escolha entre high-tie e low-tie não altera a taxa de fístula anastomótica.