Pratique questões de medicina
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Um homem de 54 anos, portador de diabetes tipo 2 e neuropatia autonômica, relata evacuações frequentes (4 a 5 vezes ao dia) há cerca de três meses. As fezes são descritas como pastosas, sem muco ou sangue, frequentemente classificadas como tipo 5 e 6 na Escala de Bristol. Ele nega febre, perda ponderal ou dor abdominal significativa. O exame físico é normal, e exames laboratoriais iniciais não revelam alterações infecciosas ou inflamatórias. O paciente está angustiado com o impacto dos sintomas na sua qualidade de vida e solicita medicação para controlar a diarreia.
Considerando os dados clínicos e a interpretação da Escala de Bristol, qual a conduta mais adequada em relação ao uso de antidiarreicos nesse paciente?
Prescrever octreotide para redução da hipersecreção intestinal associada ao uso de insulina.
Prescrever difenoxilato com atropina para redução imediata da motilidade intestinal, independentemente da causa.
Iniciar loperamida como opção sintomática, associada à investigação da possível origem funcional da diarreia.
Contraindicar qualquer antidiarreico e iniciar antibioticoterapia empírica para diarreia crônica infecciosa.
Utilizar probióticos isoladamente, já que o padrão tipo 6 de fezes indica constipação paradoxal.