Dica do autor: O ouvido interno está alojado na parte petrosa do osso temporal, uma região espessa e resistente do crânio, justamente projetada para proteger as delicadas estruturas sensoriais envolvidas na audição e no equilíbrio. Trauma direto nessa região pode afetar a cóclea, os canais semicirculares e o nervo vestibulococlear (VIII par craniano), resultando em perda auditiva, zumbido, vertigem e outros sintomas neurossensoriais.


Fonte: Acervo Sanar.
Alternativa A: INCORRETA. O osso parietal forma a abóbada craniana lateral e superior, mas não contém estruturas relacionadas ao ouvido interno.
Alternativa B: CORRETA. O osso temporal, mais especificamente sua porção petrosa, abriga o ouvido interno. Lesões traumáticas nesse osso podem danificar estruturas como a cóclea e os canais semicirculares, levando a perda auditiva e sintomas vestibulares.
Alternativa C: INCORRETA. O osso esfenóide está situado na base do crânio e contribui para a estrutura da órbita e da fossa craniana média, mas não abriga o ouvido interno.
Alternativa D: INCORRETA. O osso frontal compõe a parte anterior do crânio, acima das órbitas, e não tem relação direta com as estruturas do ouvido.
Alternativa E: INCORRETA. O osso occipital está situado na parte posterior e inferior do crânio e, embora forme a base do crânio junto com o temporal, não contém o ouvido interno.
Resposta correta: Alternativa B.
Referências:
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Moore, K. L., Dalley, A. F., & Agur, A. M. R. Anatomia Orientada para a Clínica. 7ª ed. Guanabara Koogan, 2014.
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Netter, F. H. Atlas de Anatomia Humana. 7ª ed. Elsevier, 2019.
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Snell, R. S. Anatomia Clínica para Estudantes de Medicina. 8ª ed. Guanabara Koogan, 2011.

