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Paciente do sexo masculino, 45 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) não controlada, chega ao pronto-socorro com cefaleia intensa, náuseas, vômitos e alteração do estado mental. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 230/140 mmHg, FC 102 bpm, Escala de Coma de Glasgow 14 (Abertura ocular 4, resposta verbal 4 e motora 5), sem déficits motores focais. Na avaliação inicial foi feita fundoscopia e a tomografia computadorizada de crânio apresentadas abaixo. Diante desse quadro, a conduta inicial mais apropriada é:

Reduzir a pressão arterial para níveis em torno de 120x80 mmHg imediatamente para prevenir danos adicionais ao sistema nervoso central.
Administrar labetalol ou nitroprussiato intravenoso, visando redução gradual da pressão arterial em 10-20% na primeira hora, com o objetivo de reduzir a pressão sistêmica e intracraniana.
Iniciar anticoagulação imediata devido ao alto risco de acidente vascular cerebral isquêmico, mantendo a pressão arterial elevada para evitar redução da perfusão cerebral.
Reduzir a pressão arterial com nitroprussiato de sódio com meta de PA < 185x110 mmHg e em seguida realizar trombólise com alteplase considerando a possibilidade de acidente vascular cerebral isquêmico.
Utilizar manitol intravenoso para controle da hipertensão intracraniana suspeita, associando anti-hipertensivos orais para manter a pressão arterial abaixo de 160/100 mmHg.