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SUPREMA - HOSPITAL MATERNIDADE THEREZINHA DE JESUS - 2017
Mulher, 60 anos, do lar, casada, mora com o marido taxista e com a neta de 14 anos. Está com uma filha dependente de crack atualmente internada em uma comunidade terapêutica, É portadora de dislipidemia e depressão. Fez uso de amitriptilina, imipramina, diazepam e clonazepam, “sem melhora do quadro”. No momento, está em uso de fluoxetina 40 mg ao dia, que segundo a própria funciona “mais ou menos”. A queixa atual é cefaleia persistente, irritabilidade, e uma sensação estranha de arrepios. Reclama que o marido para pouco em casa e que a neta está muito desobediente. A neta, por sua vez, diz que a avó “é chata e só reclama de tudo”. Qual é a primeira medida a ser tomada?
Fazer escuta ativa da paciente, aumentar a dose da fluoxetina para 60 mg ao dia, pois há uma falha terapêutica no tratamento da depressão.
Fazer abordagem da dinâmica familiar, visando mudança nas relações entre os familiares e um novo padrão de interação interpessoal.
Fazer genograma e ecomapa, encaminhar a paciente ao psiquiatra devido a falha terapêutica e a neta ao psicólogo.
Convidar o esposo para conversar sobre a dinâmica familiar, mas optar por atender cada membro da família individualmente.