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FONTE: By Corrêa, L.H.; Heyn, G.S.; Magalhaes, K.G. - https://www.mdpi.com/2073-4409/8/7/662 Corrêa, L.H.; Heyn, G.S.; Magalhaes, K.G. The Impact of the Adipose Organ Plasticity on Inflammation and Cancer Progression. Cells 2019, 8, 662. https://doi.org/10.3390/cells8070662, CC BY 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=158284909
A imagem compara diferentes tipos de tecido adiposo e sugere um gradiente de inflamação e de atividade metabólica entre eles. Considerando conhecimentos sobre obesidade, tecido adiposo e risco de neoplasia, qual alternativa interpreta corretamente a relevância do tecido adiposo branco no contexto da obesidade?
O tecido adiposo branco é metabolicamente o mais ativo e, por isso, na obesidade reduz a secreção de substâncias bioativas, diminuindo inflamação e risco de câncer.
O tecido adiposo branco é um tecido inerte; sua expansão na obesidade não altera secreção hormonal/citocinas e não se relaciona com carcinogênese.
A inflamação do tecido adiposo na obesidade é sempre um evento agudo e autolimitado, sem impacto na carcinogênese.
O tecido adiposo branco atua como órgão endócrino, secretando substâncias bioativas (incluindo hormônios e citocinas inflamatórias); na obesidade, sua expansão pode se tornar disfuncional, levando a inflamação crônica de baixo grau, o que pode promover a carcinogênese.
A obesidade aumenta o risco de neoplasia apenas por fatores dietéticos, sem participação do tecido adiposo enquanto órgão endócrino.