Pratique questões de medicina
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Em uma ação educativa realizada por farmacêuticos em uma Unidade Básica de Saúde da zona rural, foi solicitado que os agentes comunitários de saúde auxiliassem moradores na preparação caseira de um fitoterápico com folhas de goiabeira (Psidium guajava) para o controle de diarreia leve. A prescrição orientava o uso de 6 g da droga vegetal seca para cada 150 mL de água, com administração oral de 50 mL, 3 vezes ao dia, por até 3 dias. Uma moradora relatou que utilizou duas colheres das de sopa rasas da planta seca para uma xícara de chá de água fervente, deixou abafado por 10 minutos e coou após o resfriamento.
Considerando os parâmetros de padronização da Anvisa e os tipos de preparação reconhecidos, qual é a avaliação correta dessa prática?
A dosagem está aproximadamente correta, pois duas colheres de sopa equivalem a cerca de 6 g de planta seca, diluídas em 150 mL de água (xícara de chá), sendo esta uma infusão extemporânea, que deve ser utilizada em até 48h.
A dosagem está incorreta, pois duas colheres de sopa equivalem a 10 g, ultrapassando o recomendado; além disso, trata-se de uma preparação magistral e requer prescrição com posologia individual.
A forma correta seria decocção e não infusão, pois o tratamento exige fervura da planta por 20 minutos, e a dose está insuficiente para efeito terapêutico.
Trata-se de uma preparação oficial, pois segue fórmulas reconhecidas por compêndios da Anvisa, e a dose está correta, mas o volume da água está abaixo do ideal.
Trata-se de uma infusão tradicional, mas com concentração excessiva, e por isso deve ser armazenada até 7 dias em temperatura ambiente, como qualquer preparado magistral.