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Durante um estudo experimental com embriões humanos em fase de diferenciação sexual, pesquisadores bloqueiam a ação da testosterona entre a 8ª e a 10ª semana de gestação, mantendo inalterada a produção do hormônio antimülleriano (AMH). Após análise morfológica e histológica, os embriões apresentam regressão completa dos ductos paramesonéfricos, mas ausência de estruturas como epidídimo, ducto deferente e vesículas seminais.
Com base nesses achados e nos mecanismos embriológicos envolvidos, qual a interpretação correta dessa condição?
O bloqueio da testosterona inibiu a ação do AMH, levando à persistência das estruturas mullerianas.
A ausência de testosterona comprometeu o desenvolvimento da genitália externa, mas poupou as glândulas acessórias internas.
A ação isolada do AMH induziu a regressão dos ductos de Müller, enquanto a falta de testosterona impediu o desenvolvimento dos ductos de Wolff.
A ausência de testosterona promoveu hiperplasia do seio urogenital, resultando na formação de genitália ambígua.
A ação do AMH sobre os ductos de Wolff levou à sua regressão e ao desenvolvimento incompleto dos testículos.