Pratique questões de medicina
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Durante o exame otoscópico de um paciente com histórico de otorreia purulenta intermitente e hipoacusia condutiva há vários meses, o médico identifica uma perfuração na membrana timpânica, como evidenciado na imagem. A otite média crônica é confirmada, e o caso é discutido em uma sessão clínica integrada com a histologia do ouvido médio.

Fonte: Mikhail V. Komarov/Shutterstock.com¹
A membrana timpânica normal apresenta uma estrutura trilaminar com componentes epiteliais e conjuntivos especializados, cuja integridade é essencial para a condução eficiente do som. Alterações crônicas, como infecções recorrentes, podem levar à destruição parcial ou total dessas camadas, com implicações funcionais importantes.
Com base na imagem e no conhecimento histológico, qual camada da membrana timpânica é mais vulnerável à destruição em casos de otite média crônica com perfuração, e por que sua perda compromete diretamente a função auditiva?
Epitélio cúbico simples da camada interna, responsável pela secreção de muco protetor contra patógenos.
Camada externa queratinizada, cuja função principal é amortecer a vibração do som que chega pelo canal auditivo externo.
Camada média fibroelástica, composta por colágeno e fibras elásticas, que garante a resistência mecânica e a transmissão das vibrações sonoras.
Membrana de Shrapnell, ausente em indivíduos adultos, cuja ruptura leva à comunicação direta com a cóclea.
Células da estria vascular, essenciais para manter o pH e a osmolaridade da endolinfa e prevenir perfurações mecânicas.