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UEVA - UNIEVANGÉLICA DE ANÁPOLIS - 2013
Uma paciente é encaminhada do ambulatório geral para o ambulatório de dermatologia para avaliação de lesão hipercrômica no antebraço esquerdo. Tem 45 anos, sexo feminino e trabalha na colheita de laranja. Tem pele clara e olhos azuis. No encaminhamento o médico descreve que a lesão se localiza em antebraço esquerdo, é hipercrômica, com 3 mm de diâmetro aproximado e já apresentou em dois episódios sangramento espontâneo. A paciente não tinha notado a lesão até três meses atrás. Não apresenta nenhuma outra alteração ao exame físico geral. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, qual alternativa descreve a melhor evidência na formulação de tal hipótese e a melhor abordagem terapêutica?
A hipótese diagnóstica mais provável da lesão do paciente é o carcinoma basocelular que é o câncer de pele mais comum. Para definição do diagnóstico é necessário realização de biópsia excisional que funcionalmente é a conduta terapêutica mais eficaz.
Não é possível formular uma hipótese diagnóstica com alta probabilidade de acerto uma vez que a história não dirige para o diagnóstico mais provável.
A hipótese mais provável é a de melanoma. O exame físico detalhado da lesão reforça a probabilidade pré-teste da hipótese. No caso, é importante observar assimetria da lesão, características de irregularidade dos bordos, coloração, diâmetro e velocidade de crescimento e evolução clínica. Sendo uma lesão suspeita, a biópsia excisional é preferível, inclusive com possibilidade de cura, dependendo das características da lesão e se a ressecção apresentar boa margem de segurança. Orientar o paciente à utilização de filtro solar contra raios UVA é importante.
A hipótese mais provável é a de melanoma. O exame físico detalhado da lesão reforça a probabilidade pré-teste da hipótese. No caso, é importante observar assimetria da lesão, características de irregularidade dos bordos, coloração, diâmetro e velocidade de crescimento e evolução clínica. Sendo uma lesão suspeita, a biópsia excisional é preferível, inclusive com possibilidade de cura dependendo das características da lesão e se a ressecção apresentar boa margem de segurança. Orientar o paciente sobre a utilização de filtro solar contra raios UVA e UVB é importante.