Pratique questões de medicina
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Uma paciente de 37 anos, G2P1A0, com 40 semanas de gestação, dá entrada na maternidade com contrações uterinas irregulares e colo uterino ainda desfavorável (Bishop 4), sendo indicada indução farmacológica do trabalho de parto. A anamnese revela história de asma brônquica moderada em tratamento contínuo, angina instável diagnosticada há seis meses com uso de nitratos de ação prolongada e retocolite ulcerativa em remissão clínica com mesalazina.
Considerando o quadro clínico, qual é a melhor conduta farmacológica para essa paciente? Além disso, quais drogas devem ser absolutamente evitadas, dada a associação com maior risco de complicações?
Iniciar misoprostol vaginal para indução cervical, com possibilidade de associar via sublingual em caso de falha inicial; evitar ocitocina devido ao risco de sobrecarga circulatória em pacientes com histórico cardiovascular complexo e intercorrências anginosas.
Administrar ocitocina intravenosa em infusão titulada, por ser a droga mais segura neste perfil clínico; evitar prostaglandinas, como misoprostol, por risco de exacerbação da retocolite ulcerativa e broncoespasmo, e também ergotaminas, devido ao risco de isquemia coronariana em pacientes com angina instável.
Optar por metilergometrina intramuscular, visto seu potente efeito sobre o tônus uterino e utilidade em contrações eficazes; evitar misoprostol por ser contraindicado em doenças inflamatórias intestinais ativas, ainda que esteja em remissão, e ocitocina por ter meia-vida curta e necessidade de controle contínuo.
Utilizar misoprostol sublingual, reconhecido por sua alta biodisponibilidade e ação cervical rápida; evitar ergotaminas por risco cardiovascular e a ocitocina, pois sua administração contínua pode induzir taquissistolia, especialmente em pacientes com hipersensibilidade uterina.
Introduzir dinoprostona por via intracervical como escolha inicial para amadurecimento do colo; evitar ocitocina pelo potencial de falha em colos desfavoráveis e as ergotaminas devido à sua ação vasoconstritora intensa, que poderia agravar o quadro cardíaco de base.