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Uma paciente de 35 anos, previamente hígida, comparece à consulta para reavaliação de exames laboratoriais realizados como parte de um check-up de rotina. Ela nega sintomas ginecológicos como amenorreia, galactorreia, ou alterações menstruais, e nega também alterações visuais, cefaleia, ou qualquer outro sintoma neurológico. Durante a anamnese, a paciente informa o uso regular de metoclopramida há 3 meses para controle de náuseas associadas à síndrome do intestino irritável, prescrita por seu gastroenterologista. Os exames laboratoriais mostram prolactina sérica de 55 ng/mL (valor de referência: 2 a 23 ng/mL). A função tireoidiana, glicemia e outras dosagens hormonais estão dentro da normalidade. Ao exame físico, a paciente apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e exame clínico sem alterações significativas, incluindo ausência de galactorreia. Diante desse quadro, qual deve ser a próxima conduta?
Prescrever cabergolina para controle dos níveis de prolactina.
Solicitar ressonância magnética de crânio com contraste para investigar adenoma de hipófise.
Iniciar bromocriptina, um agonista dopaminérgico, para redução da prolactina.
Suspender a metoclopramida e reavaliar a prolactina em 4 a 6 semanas.
Realizar testes visuais para investigar possível compressão do quiasma óptico por adenoma hipofisário.