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Uma mulher de 62 anos com diagnóstico de osteoporose há cinco anos é avaliada no ambulatório devido a persistência de dores ósseas difusas e fadiga progressiva. Ela foi tratada previamente com bisfosfonatos e suplementação de vitamina D3 na dose de 1.000 UI diárias, mas refere adesão irregular ao tratamento. Exames laboratoriais mostram cálcio sérico de 9,2 mg/dL (8,5–10,5 mg/dL), fósforo sérico de 3,0 mg/dL (2,5–4,5 mg/dL), PTH de 110 pg/mL (10–65 pg/mL) e 25-hidroxivitamina D de 18 ng/mL (30–50 ng/mL). Com base no quadro clínico e laboratorial, qual seria a conduta mais apropriada para abordar a deficiência de vitamina D neste caso?

A

Realizar densitometria óssea antes de qualquer ajuste na suplementação.

B

Iniciar calcitriol oral em dose diária baixa para corrigir os níveis de vitamina D.

C

Aumentar a dose de vitamina D3 para 50.000 UI semanais por 8 semanas, seguido de manutenção diária.

D

Introduzir vitamina D intramuscular devido à adesão irregular ao tratamento oral.

E

Associar terapia com teriparatida para melhorar a densidade óssea e corrigir a hipovitaminose D.

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