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Uma mulher de 55 anos, com histórico de doença celíaca diagnosticada há 15 anos, apresenta-se com queixas de fadiga, dores musculares difusas e quedas frequentes nos últimos seis meses. Ela segue uma dieta sem glúten, embora admita lapsos ocasionais. Os exames laboratoriais mostram cálcio sérico de 9,0 mg/dL (8,5–10,5 mg/dL), fósforo de 3,0 mg/dL (2,5–4,5 mg/dL), PTH de 110 pg/mL (10–65 pg/mL) e 25-hidroxivitamina D de 12 ng/mL (20–50 ng/mL). A densidade mineral óssea por densitometria óssea (DXA) revela um T-score de -2,8 na coluna lombar. Após iniciar a reposição de vitamina D3, na dose semanal de 50.000 UI por quatro semanas, os níveis de 25-hidroxivitamina D aumentam para apenas 16 ng/mL.Com base neste quadro, qual seria a estratégia terapêutica mais apropriada para garantir a eficácia do tratamento?

A

Aumentar a dose de vitamina D3 para 100.000 UI semanalmente e associar cálcio suplementar

B

Introduzir vitamina D intramuscular devido à má absorção intestinal associada à doença celíaca.

C

Continuar a suplementação de vitamina D3 oral na dose semanal por mais oito semanas.

D

Iniciar calcitriol (1,25-diidroxi-vitamina D) para corrigir os níveis de PTH e evitar osteoporose.

E

Realizar teste genético para identificar resistência hereditária à vitamina D.

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