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Uma mulher de 55 anos, com diagnóstico de esclerodermia há 8 anos, apresenta piora progressiva da função respiratória e fadiga acentuada nos últimos meses. Ela relata dispneia aos mínimos esforços e perda de peso. Exames laboratoriais revelam níveis normais de Proteína C Reativa (PCR) e Velocidade de Hemossedimentação (VHS), mas a tomografia computadorizada de tórax mostra sinais de fibrose pulmonar extensa. Com base nesse cenário clínico, qual das seguintes afirmativas melhor explica a resposta inflamatória de fase aguda em pacientes com esclerodermia e sua correlação com o prognóstico?

A

Em pacientes com esclerodermia, a ausência de elevação dos reagentes de fase aguda como PCR e VHS é comum, mesmo na presença de complicações graves, como a fibrose pulmonar.

B

A fibrose pulmonar na esclerodermia está diretamente relacionada a níveis elevados de PCR e VHS, que são indicativos de pior prognóstico.

C

A resposta de fase aguda em pacientes com esclerodermia é marcada por elevações consistentes de PCR e VHS, sendo a ausência dessas elevações indicativa de remissão da doença.

D

A elevação de reagentes de fase aguda como a PCR é necessária para diagnosticar complicações inflamatórias na esclerodermia, como a fibrose pulmonar.

E

A PCR normal exclui a presença de complicações graves, como a fibrose pulmonar, sugerindo que os sintomas respiratórios estão relacionados a causas não inflamatórias.

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