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UFSC - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UFSC - 2010
Uma mulher de 51 anos de idade, com Diabetes Mellitus há 15 anos, fazendo uso de insulina nos últimos 7 anos, apresenta dispneia e fadiga. Uma cintilografia de esforço com tálio mostra área fria na parede anterior confirmada por anormalidades eletrocardiográficas. Teve uma boa evolução com o uso de betabloqueador e com um bloqueador de canal de cálcio. Dois anos depois os sintomas cardíacos voltaram, não respondendo mais ao ajuste da medicação. Todas as seguintes frases sobre esta situação são verdadeiras, exceto:
Deve-se realizar angiografia após boa hidratação, e usando-se quantidades mínimas de material de contraste.
Pacientes diabéticos apresentam dor torácica atípica e são susceptíveis a infartos “silenciosos”.
Pacientes diabéticos com doença arterial coronariana apresentam taxa de sobrevivência de cinco anos igual àquela de pacientes não diabéticos com graus comparáveis de doença arterial coronariana.
As lesões arteriais coronarianas em pacientes diabéticos são distais, portanto os resultados da revascularização coronariana são piores do que aqueles em pacientes não diabéticos.
Mulheres com diabetes Mellitus têm maior prevalência de doença arterial coronariana do que mulheres não diabéticas.