Pratique questões de medicina
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Uma mulher de 38 anos procura atendimento por episódios recorrentes de parestesias, poliúria, fadiga muscular e elevação persistente da pressão arterial. Os exames laboratoriais mostram hipocalemia, alcalose metabólica e níveis elevados de aldosterona plasmática com atividade de renina suprimida. A tomografia computadorizada abdominal é inconclusiva. O endocrinologista opta por iniciar espironolactona enquanto aguarda os resultados da dosagem de aldosterona urinária de 24h e estudo com cateterismo venoso adrenal.
Com base nos dados clínico-laboratoriais e no raciocínio terapêutico, qual das alternativas a seguir representa o raciocínio farmacológico e fisiopatológico mais adequado para a introdução precoce da espironolactona nesse caso?
A espironolactona ativa os barorreceptores carotídeos, promovendo vasodilatação reflexa e melhora da volemia.
A espironolactona reduz a reabsorção de sódio ao inibir diretamente a enzima conversora de angiotensina II (ECA).
A espironolactona bloqueia os receptores mineralocorticoides, reduzindo a expressão da bomba Na⁺/K⁺-ATPase e normalizando a excreção de potássio.
A espironolactona antagoniza os receptores AT1 no túbulo proximal, reduzindo diretamente a síntese de aldosterona adrenal.
A espironolactona atua como agonista parcial dos receptores mineralocorticoides, compensando a perda de feedback negativo pela aldosterona suprimida.