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REVALIDA - INEP - 2022
Uma mulher com 35 anos de idade, com asma moderada, é atendida em pronto atendimento e relata dispneia e sibilos há 1 dia. Refere que, em casa, inalou 2 jatos de salbutamol de 4/4h, sem melhora clinicamente relevante. Nega febre, cefaleia, dor torácica, rinorreia ou gotejamento pós-nasais e relata tosse seca intermitente. No pronto atendimento está inicialmente agitada, FC = 115bpm, PA = 140x80mmHg, FR = 32irpm, sibilos difusos, oximetria de pulso = 91% em ar ambiente, peak flow < 50% do previsto. Após receber O2 suplementar 1 L/m, 3 aplicações de 4 jatos de salbutamol por via inalatória em intervalos de 20 minutos + prednisona 60mg por via oral, continua agitada, apresentando FC = 100bpm, PA = 120x70mmHg, FR = 28irpm, e mantendo sibilos difusos em ambos os hemitórax, oximetria de pulso = 89% em ar ambiente e 93% com O2, peak flow mantém-se abaixo de 50%.O próximo passo adeuado à abordagem dessa paciente é
mantê-la em observação no pronto atendimento e associar ipratrópio 4 jatos de 20/20m e sulfato de magnésio 2g intravenoso.
mantê-la em observação no pronto atendimento e administrar nova dose de salbutamol, 4 jatos, em 1 hora.
admiti-la em enfermaria com salbutamol e ipratrópio inalatório, 4 jatos de cada um de 1/1 hora até estabilização.
realizar intubação orotraqueal com sequência rápida e mantê-la em ventilação mecânica até estabilização clínica.