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Uma gestante de 38 anos, primigesta, comparece à consulta de pré-natal na 12ª semana de gestação. Ela traz o resultado de um teste pré-natal não invasivo (NIPT) colhido na 10ª semana, que demonstrou 'baixo risco' para as trissomias 13, 18 e 21, além de indicar feto do sexo feminino. Durante a ultrassonografia morfológica de primeiro trimestre realizada na consulta atual, o obstetra identifica uma translucência nucal (TN) de 4,8 mm e a presença de um higroma cístico septado. Com base nas diretrizes atuais de aconselhamento e diagnóstico genético em medicina fetal, qual é a conduta propedêutica mais adequada neste cenário?

A

Tranquilizar a gestante, pois o NIPT negativo afasta a possibilidade de cromossomopatias maiores, e agendar ecocardiograma fetal para rastreio de cardiopatias congênitas exclusivas.

B

Solicitar a ampliação do painel do NIPT para pesquisa de microdeleções e rastreio da síndrome de Turner (monossomia do X), evitando os riscos inerentes a procedimentos invasivos.

C

Indicar a realização imediata de biópsia de vilo corial ou amniocentese (a partir da 15ª semana) para estudo genético invasivo, sendo a análise cromossômica por microarray (CMA) o teste de escolha.

D

Recomendar a amniocentese para a realização exclusiva de cariótipo com banda G, visto que as técnicas de microarray genômico possuem alta taxa de falha de cultivo celular no primeiro trimestre.

E

Prescrever progesterona micronizada devido ao risco de abortamento associado ao higroma cístico e repetir a ultrassonografia morfológica em quatro semanas para reavaliação da regressão da fenda linfática.

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