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Uma gestante de 37 semanas, G2P1, com histórico de pré-eclâmpsia em gestação anterior, apresenta-se para indução do trabalho de parto devido ao diagnóstico de pré-eclâmpsia com sinais de comprometimento materno leve. Após avaliação do colo uterino, que se encontra com um Bishop Score de 5, o obstetra discute as opções de indução com a paciente, considerando o uso de prostaglandinas para amadurecimento cervical. A paciente tem membranas íntegras e nenhum histórico de cesárea. Qual das seguintes estratégias representa a melhor escolha para esta paciente, considerando a eficácia e segurança na indução do parto com prostaglandinas?

A

Iniciar com misoprostol por via oral, com uma dose única de 200 mcg, para amadurecimento cervical e indução do parto.

B

Utilizar dinoprostona em forma de gel vaginal, com dose repetida a cada 6 horas, até atingir dilatação cervical adequada.

C

Administrar misoprostol por via vaginal a cada 6 horas, sem necessidade de monitoramento contínuo do traçado fetal.

D

Usar dinoprostona em comprimido sublingual, pois é mais eficaz na indução do parto em comparação ao misoprostol.

E

Preferir misoprostol em dose de 400 mcg por via vaginal, garantindo uma indução mais rápida e eficaz do que a dinoprostona.

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