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SANARFLIX - 2025
Um paciente de 58 anos, diabético e com histórico de infarto agudo do miocárdio há 2 anos, é admitido no pronto-socorro com queixas de fadiga progressiva, dispneia aos esforços leves e episódios de pré-síncope. Ao monitoramento contínuo, observa-se bradicardia sinusal associada a pausas superiores a 3 segundos sem complexos QRS, seguidas por batimentos ventriculares de escape com morfologia alargada. O eletrocardiograma de 12 derivações evidencia ausência periódica de ondas P, sem estímulo atrial efetivo, e ritmo ventricular lento.
Considerando os achados clínicos e a fisiologia do sistema de condução cardíaco, qual é a explicação mais plausível para o mecanismo fisiológico envolvido e sua consequência hemodinâmica?
Déficit funcional do feixe de His, gerando bloqueio de 1º grau e prolongamento fixo do intervalo PR, sem prejuízo à frequência ventricular.
Atividade simpática excessiva no NSA, resultando em automatismo aumentado e taquicardia atrial compensatória com pausas compensatórias pós-taquicardia.
Inibição vagal do nó atrioventricular, promovendo condução retrógrada atrial e escape juncional com QRS estreito e frequência aumentada.
Falência do nó sinoatrial como marcapasso primário, com ativação do marcapasso de escape ventricular e consequente queda no débito cardíaco pela perda da sincronização átrio-ventricular.
Disfunção severa do nó atrioventricular, interrompendo a condução atrioventricular com escape originado no sistema de Purkinje, responsável pela morfologia alterada do QRS.