Pratique questões de medicina
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Um paciente de 50 anos, sem antecedentes relevantes, apresenta quadro de edema generalizado associado a fadiga progressiva nos últimos quatro meses. Ele nega diarreia persistente, dor abdominal significativa ou perda ponderal acentuada. Exames laboratoriais demonstram albumina sérica de 2,0 g/dL, proteínas totais de 4,3 g/dL e linfopenia. A função hepática está preservada, sem sinais de insuficiência hepática, e a urinálise de 24 horas não evidencia proteinúria significativa.
Diante da suspeita de gastroenteropatia perdedora de proteína (GPP), o médico solicita a dosagem do clearance de alfa-1-antitripsina fecal.
Qual a principal justificativa para a utilização desse exame no diagnóstico da GPP?
A dosagem de alfa-1-antitripsina fecal auxilia na diferenciação entre causas renais e intestinais de hipoproteinemia, mas tem baixa sensibilidade para GPP
A alfa-1-antitripsina fecal é uma proteína resistente à degradação digestiva e sua eliminação aumentada indica perda proteica intestinal patológica
A elevação da alfa-1-antitripsina fecal está diretamente associada à insuficiência pancreática exócrina, sendo útil para diagnosticar má absorção proteica
A alfa-1-antitripsina fecal é um marcador específico de inflamação intestinal, indicando doenças inflamatórias intestinais como principal causa da hipoproteinemia
A dosagem de alfa-1-antitripsina fecal permite avaliar a função absortiva do epitélio intestinal, sendo útil para diferenciar a GPP da doença celíaca