Pratique questões de medicina
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Um paciente de 50 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, é internado com febre alta persistente há 15 dias, dor abdominal intensa e prostração. Após a confirmação do diagnóstico de febre tifoide por cultura sanguínea positiva para Salmonella Typhi, ele inicia tratamento com ceftriaxona intravenosa. No entanto, após cinco dias de terapia, apresenta piora clínica com aumento da febre, leucocitose e sinais de peritonite difusa.
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada para o manejo desse paciente?
Considerar a possibilidade de perfuração intestinal e iniciar antibioticoterapia de amplo espectro com cobertura para bactérias entéricas, além de avaliar necessidade de intervenção cirúrgica.
Trocar para um esquema baseado em aminoglicosídeos, pois essa classe de antibióticos é a melhor opção para tratar casos de febre tifoide complicada.
Manter o mesmo esquema antibiótico e aguardar melhora clínica, pois a febre tifoide pode apresentar resposta lenta ao tratamento.
Descontinuar o antibiótico e iniciar terapia antipirética e hidratação, pois o prolongamento da febre pode ser secundário a reação inflamatória pós-infecciosa e não indica falha terapêutica.
Substituir a ceftriaxona por uma penicilina de amplo espectro, como ampicilina, pois ela possui excelente penetração intracelular e ação bactericida contra Salmonella Typhi.