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Paciente feminina, 40 anos sem outros antecedentes médicos além de tabagismo ativo há 15 anos e dismenorreia procura a emergência por cefaleia nova (inédita) e intensa, holocraniana, com início há 2 dias e sem melhora importante com analgesia oral. Ela diz que a dor atingiu a máxima intensidade em apenas 1 minuto e desde então está tendo dificuldade para enxergar bem objetos na periferia de ambos os campos visuais além de apresentar náuseas e vômitos associados a alguma foto e fonofobia. A dor é descrita como em pressão e, as vezes, pulsátil. Faz uso regular contraceptivo hormonal oral combinado e nega gestação atual. Exame físico: regular estado geral, sinais vitais normais, alerta, desidratada +1/+4, responde bem a comandos verbais. Exame neurológico: ausência de sinais neurológicos focais, redução dos campos visuais periféricos na confrontação visual e discos ópticos pouco nítidos na fundoscopia. O diagnóstico sindrômico, uma hipótese diagnóstica etiológica provável e a principal conduta médica na emergência para este caso devem ser respectivamente:

A

síndrome de cefaleia primaria; cefaleia tensional episódica; tramadol EV e seguimento ambulatorial.

B

síndrome de cefaleia primaria tipo migrânea; migrânea com aura visual; cetoprofeno EV e seguimento ambulatorial.

C

síndrome de cefaleia secundária tipo thunderclap; trombose venosa cerebral; admitir em sala de emergência e angio-tomografia de crânio arterial e venosa.

D

síndrome de cefaleia primária tipo thunderclap; hipertensão intracraniana idiopática; admitir em sala de emergência e tomografia de crânio sem contraste.

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