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Mulher, 34 anos de idade, gestante de 36 semanas e 2 dias, secundigesta e primípara (parto vaginal há 10 anos, fruto de outro relacionamento), está realizando pré-natal em maternidade de alto risco por ser paciente HIV positiva. Vem em consulta de pré-natal para trazer resultado de carga viral que realizou com 34 semanas e 2 dias: 1.050 cópias/mL. Carga viral com 30 semanas era de 2.000 cópias/mL. Está assintomática, referindo boa movimentação fetal. Ao exame físico: corada e hidratada, altura uterina: 35cm, BCF: 144bpm em QIE, tônus uterino preservado, dinâmica uterina ausente. Frente ao quadro, é correto afimar:
Como houve redução da carga viral a melhor via de parto nesse caso será a via obstétrica.
A via de parto deverá ser vaginal, de forma humanizada, reduzindo o risco de sangramento ou de complicações e, portanto, de transmissão vertical.
Como a carga viral está alta após 34 semanas, a via de parto deverá ser cesareana.
A via de parto ainda não pode ser decidida, necessitando de nova carga viral com mais de 37 semanas.