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Letícia, uma anestesiologista, começou a investir em ETFs internacionais para diversificar sua carteira. Após observar a volatilidade do dólar em relação ao real, ela ficou em dúvida sobre a necessidade de adotar ETFs com hedge cambial para proteger seus investimentos contra oscilações. Sua corretora apresentou as opções de ETFs com e sem hedge cambial, explicando que essa decisão pode impactar diretamente seus retornos líquidos. Qual das análises abaixo reflete a melhor forma de Letícia decidir sobre o uso de hedge cambial em seus ETFs?

A

A decisão de usar hedge cambial depende da perspectiva de longo prazo sobre a moeda estrangeira e do impacto esperado da volatilidade no portfólio. 

B

ETFs com hedge cambial eliminam todos os riscos de câmbio, mas apresentam custos que podem ser compensados por retornos mais altos.

C

ETFs com hedge cambial são sempre mais vantajosos, pois neutralizam completamente os impactos das oscilações cambiais nos retornos.

D

ETFs sem hedge cambial são mais indicados, já que os custos adicionais de proteção prejudicam os retornos de longo prazo, independentemente do cenário.

E

O uso de hedge cambial é desnecessário em ETFs internacionais, já que a exposição à moeda estrangeira sempre aumenta os retornos em períodos de valorização.

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