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Letícia, uma anestesiologista, começou a investir em ETFs internacionais para diversificar sua carteira. Após observar a volatilidade do dólar em relação ao real, ela ficou em dúvida sobre a necessidade de adotar ETFs com hedge cambial para proteger seus investimentos contra oscilações. Sua corretora apresentou as opções de ETFs com e sem hedge cambial, explicando que essa decisão pode impactar diretamente seus retornos líquidos. Qual das análises abaixo reflete a melhor forma de Letícia decidir sobre o uso de hedge cambial em seus ETFs?
A decisão de usar hedge cambial depende da perspectiva de longo prazo sobre a moeda estrangeira e do impacto esperado da volatilidade no portfólio.
ETFs com hedge cambial eliminam todos os riscos de câmbio, mas apresentam custos que podem ser compensados por retornos mais altos.
ETFs com hedge cambial são sempre mais vantajosos, pois neutralizam completamente os impactos das oscilações cambiais nos retornos.
ETFs sem hedge cambial são mais indicados, já que os custos adicionais de proteção prejudicam os retornos de longo prazo, independentemente do cenário.
O uso de hedge cambial é desnecessário em ETFs internacionais, já que a exposição à moeda estrangeira sempre aumenta os retornos em períodos de valorização.