Pratique questões de medicina
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Durante uma esplenectomia parcial por cisto esplênico localizado, o cirurgião opta por preservar o polo inferior do baço. Ao dissecar a artéria esplênica, observa que ela emite ramos segmentares que penetram o hilo e se distribuem em regiões bem delimitadas do órgão, sem anastomoses significativas entre si. Ao explicar a técnica para os residentes, ele alerta sobre o risco de isquemia caso um ramo seja lesado inadvertidamente.
Diante desse contexto anatômico, qual das seguintes afirmativas é verdadeira a respeito da irrigação do baço?
A artéria esplênica apresenta distribuição contínua e anastomótica, tornando infartos esplênicos raros mesmo após trauma vascular.
A vascularização esplênica é difusa e não segmentar, permitindo perfusão compensatória em caso de lesão arterial.
A oclusão de um ramo da artéria esplênica causa infarto total do baço devido à ausência de suprimento colateral.
A irrigação esplênica é segmentar, mas a oclusão de um ramo não compromete a perfusão do parênquima.
A irrigação do baço é feita de forma segmentar, e a oclusão de um ramo da artéria esplênica provavelmente causará infarto de uma parte do baço.