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Durante a consulta em um ambulatório, um paciente de 60 anos com histórico de hipertensão e diabetes tipo 2 solicita uma nova prescrição para seu medicamento anti-hipertensivo. O médico opta por prescrever um fármaco que deve ser administrado por via oral, mas o paciente expressa preocupação com a frequência de doses e possíveis dificuldades para engolir comprimidos.
Considerando as alternativas farmacocinéticas, qual das opções abaixo representa uma estratégia adequada para esse paciente, levando em conta a conveniência e a eficácia terapêutica?
Aumentar a dose do medicamento oral e distribuir em mais doses ao longo do dia, já que doses fracionadas garantem maior controle sobre a pressão arterial.
Prescrever a forma líquida do medicamento, pois é mais facilmente absorvida no intestino e permite ajustes de dosagem mais rápidos, especialmente para pacientes com dificuldades de deglutição.
Manter a forma comprimida, mas orientar o paciente a esmagá-la antes de engolir, facilitando a ingestão e garantindo a eficácia terapêutica.
Optar por uma forma farmacêutica de liberação prolongada ou adesivo transdérmico, pois essas opções garantem uma liberação contínua do fármaco e maior aderência ao tratamento, com menos doses diárias.
Substituir o medicamento oral por uma versão intravenosa, uma vez que a via parenteral é sempre mais eficaz e oferece controle imediato da pressão arterial.