Pratique questões de medicina
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A tendência é que, com a atividade física, a glicose caia e o paciente possa exercitar-se com segurança; deve estar atento, porém à hidratação. Deve-se atentar para o fato de que, posteriormente, esse exercício aumentará a sensibilidade à insulina e poderá favorecer a hipoglicemia tardia. Sendo INCORRETO que
em pessoas com DM1 em privação de insulina por 12 a 48 horas ou que usam dose aquém do necessário (por exemplo, omissão de dose) e apresentam hiperglicemia e cetose, o exercício físico (EF) pode piorar a hiperglicemia, agravando a cetose e a desidratação.
são recomendações tradicionais a suspensão do EF se, na presença de cetose, a glicemia estiver acima de 250 mg/dL ou nos casos em que, mesmo na ausência de cetose, a glicemia é superior a 500 mg/dL.
no caso, entretanto, dos pacientes bem insulinizados ou que apresentam boa reserva insulínica, naqueles com DM2, especialmente no período pós-prandial, o exercício de intensidade leve a moderada ajudará a diminuir o índice glicêmico.
o paciente com DM2 não precisa adiar o EF por causa de hiperglicemia, desde que esteja se sentindo bem, preparado e apto a realizá-lo.