Pratique questões de medicina
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Uma mulher de 38 anos, diagnosticada com linfoma não Hodgkin e em quimioterapia há dois meses, procura atendimento médico devido a diarreia líquida persistente há três semanas, acompanhada de perda ponderal significativa, hiporexia e fraqueza progressiva. Nega febre ou vômitos. Exames laboratoriais revelam desidratação moderada, anemia leve e linfopenia. O exame parasitológico de fezes, com coloração de ácido resistente modificado, detecta oocistos ovoides com esporocistos evidentes. Após início do tratamento prescrito, a paciente apresenta melhora parcial, mas volta a apresentar os sintomas uma semana após o fim da medicação.
Com base nesse cenário, qual a conduta terapêutica e preventiva mais apropriada neste caso?
Reintroduzir o tratamento com trimetoprim-sulfametoxazol e considerar esquemas prolongados ou em dose de manutenção, associando medidas de higiene ambiental.
Introduzir nitazoxanida em associação com metronidazol e aguardar resolução espontânea, visto que recidivas são comuns e autolimitadas em imunossuprimidos.
Manter hidratação, não utilizar antibióticos e aguardar resolução clínica, pois a presença de oocistos é achado comum e não requer intervenção específica.
Iniciar fluconazol oral como primeira linha e instituir dieta hiperproteica e suplementação de zinco para restaurar a barreira mucosa intestinal.
Utilizar antiparasitários de amplo espectro, como albendazol, e reforçar consumo de alimentos probióticos e prebióticos como medida adjuvante.