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Uma gestante de 35 anos, G1P0, com 38 semanas de gestação, tem histórico de cardiomiopatia periparto com fração de ejeção de 30%. Durante uma consulta de rotina, a paciente apresenta sinais de congestão pulmonar leve e cansaço aos mínimos esforços, mas está hemodinamicamente estável. O obstetra decide que a indução do trabalho de parto é a melhor conduta, considerando a necessidade de evitar sobrecarga cardíaca progressiva no terceiro trimestre avançado. Dado o risco cardiovascular elevado desta paciente, qual seria a abordagem mais adequada para indução e manejo do trabalho de parto?

A

Induzir o trabalho de parto com dinoprostona por via vaginal, seguida de administração de ocitocina, com monitoramento contínuo da função cardíaca.

B

Proceder com uma cesariana eletiva sob anestesia geral, devido ao risco cardíaco da paciente e à contraindicação de indução do trabalho de parto.

C

Iniciar a indução com altas doses de ocitocina para garantir uma rápida progressão do trabalho de parto e reduzir o tempo de esforço cardiovascular.

D

Utilizar métodos mecânicos, como o balão de Foley, para amadurecimento cervical e administrar ocitocina de forma gradual, com monitoramento rigoroso das contrações e da condição hemodinâmica.

E

Realizar amniotomia imediata para diminuir a sobrecarga volumétrica e promover o início espontâneo do trabalho de parto.

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