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Um paciente masculino de 46 anos, portador de melanoma metastático, vem sendo acompanhado em protocolo experimental após falha terapêutica com inibidores de BRAF. Relata fadiga progressiva, emagrecimento e lesões cutâneas nodulares em crescimento. Foi proposto o início de imunoterapia com bloqueadores de checkpoint imune. No mesmo ambulatório, outra paciente, de 56 anos, portadora de linfopenia crônica por tratamento quimioterápico prévio para linfoma, é avaliada por episódios de infecção de repetição e baixa contagem de linfócitos T CD4+, e considerada para terapia adjuvante com imunoestimulantes.
Considerando os mecanismos de ação, indicações clínicas e diferenças terapêuticas entre imunoestimulantes e anticorpos monoclonais, qual alternativa descreve corretamente o uso de cada classe no contexto clínico apresentado?
Anticorpos monoclonais como aldesleucina ativam diretamente o receptor de IL-2, sendo usados em infecções oportunistas; imunoestimulantes como infliximabe bloqueiam TNF-α e são recomendados para profilaxia antitumoral.
Imunoestimulantes, como rituximabe, são indicados para estimular resposta imune celular em pacientes com câncer refratário; anticorpos monoclonais, como interferon-alfa, promovem efeito antiproliferativo em imunodeficiência.
Imunoestimulantes, como IL-2 recombinante (aldesleucina), ativam a proliferação de linfócitos e são indicados em imunodeficiência; anticorpos monoclonais, como nivolumabe, inibem receptores inibitórios (PD-1) e são usados em cânceres como melanoma metastático.
Imunoestimulantes promovem bloqueio de checkpoints imunes como CTLA-4, aumentando vigilância antitumoral; anticorpos monoclonais são preferidos em casos de neutropenia pós-quimioterapia para ativação da medula óssea.
Anticorpos monoclonais, como filgrastima, agem na maturação de células T e B, sendo úteis em imunodeficiências; já imunoestimulantes, como bevacizumabe, reduzem angiogênese tumoral e previnem progressão metastática.