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Um paciente de 72 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e diabetes mellitus tipo 2, foi admitido na UTI com COVID-19 grave e permaneceu em ventilação mecânica invasiva por 18 dias. Após estabilização clínica e melhora progressiva da oxigenação (PaO2/FiO2 > 200 mmHg), ele foi considerado candidato à extubação. Durante o teste de respiração espontânea (TTE) realizado com pressão de suporte de 5 cmH2O e PEEP de 5 cmH2O, o paciente apresentou desconforto respiratório leve, com uma frequência respiratória de 26 incursões por minuto e aumento da pressão arterial de 130/80 para 150/95 mmHg. No entanto, ele manteve uma saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente. Considerando os achados clínicos, qual é a melhor conduta para a extubação deste paciente?

A

Proceder com a extubação, pois a saturação de oxigênio é adequada e os sinais vitais estão dentro de limites aceitáveis.

B

Continuar o teste de respiração espontânea por mais 2 horas para garantir que o paciente esteja estável antes da extubação.

C

Interromper o teste de respiração espontânea, retornar à ventilação mecânica assistida, e reavaliar a extubação após 24 horas.

D

Administrar uma dose baixa de um sedativo para controlar a pressão arterial e o desconforto respiratório antes de extubar.

E

Realizar uma prova de fonação e deglutição para avaliar o risco de aspiração antes de considerar a extubação.

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