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Um paciente de 66 anos é submetido a uma gastrectomia total por adenocarcinoma gástrico avançado. Durante o procedimento, é realizada dissecção linfonodal extensa para estadiamento e controle loco-regional da doença. O cirurgião oncológico explica à equipe residente a importância de remover não apenas os linfonodos perigástricos, mas também aqueles situados ao longo do hilo esplênico, da artéria gástrica esquerda e da artéria esplênica.

Fonte: doi: 10.1097/MD.0000000000037289.
Considerando a ilustração acima, que representa a anatomia da drenagem linfática gástrica e esplênica, a remoção dos linfonodos esplênicos se justifica principalmente devido:
À drenagem direta do antro gástrico para os linfonodos mesentéricos superiores.
À proximidade anatômica do baço com a artéria hepática e seus linfonodos peri-hepáticos.
À drenagem linfática do fundo gástrico e da grande curvatura para os linfonodos esplênicos.
À conexão linfática entre a veia porta e os linfonodos celíacos retroperitoneais.
Ao papel exclusivo dos linfonodos esplênicos na drenagem linfática do pâncreas caudal.