O testamento vital visa garantir uma “morte digna” a quem não pode se expressar em decorrência da doença, evitando tratamentos desnecessários — que podem apenas gerar dor e sofrimento ao paciente terminal — para o prolongamento artificial da vida, prática conhecida como distanásia. É importante salientar que o documento não possibilita a prática da eutanásia (ex.: médico desligar bomba de infusão), que é ilícita no Brasil. As vontades do paciente no testamento vital se referem à ortotanásia, que é a morte em seu curso natural.
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Para cada assertiva, assinale (V) se CERTA e (F) se ERRADA: Se o testamento vital o disser expressamente, o médico pode descontinuar medidas de suporte já ativadas, extubando o paciente e desligado a bomba de infusão das aminas vasoativas.
A
VERDADEIRO
B
FALSO
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