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SCMSP - SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO PAULO - 2012
Mulher de 55 anos, previamente hígida, apresentou crise convulsiva há 20 minutos, presenciada por familiares. Na admissão apresentava-se inconsciente, respirando espontaneamente, com roncos e sialorreia, PA: 240/150 mmHg, hemiparesia direita grau II, com sinal de Babinski do mesmo lado, sem rigidez nucal; pupilas anisocóricas (E > D), com desvio da cabeça e do olhar para esquerda. Glicemia capilar: 160 mg/dL; ritmo sinusal ao ECG. Tomografia computadorizada de crânio sem evidência de hemorragia ou hipodensidade cerebral. A conduta correta neste momento é:
Reduzir a PAS para valores < 185 mmHg e PAD < 110 mmHg e, se estiver dentro da janela terapêutica, iniciar tratamento trombolítico.
Reduzir a PAS para valores < 185 mmHg e PAD < 110 mmHg e introduzir antiagregante plaquetário.
Iniciar trombolítico imediatamente, paralelamente ao uso de hipotensores parenterais até atingir valores PAM de 130 mmHg.
Iniciar heparina endovenosa, com controle do tempo de tromboplastina parcial ativado, até atingir dose plena.
Usar trombolítico desde que os níveis pressóricos estejam controlados e a área do infarto cerebral seja = 2/3 do território da artéria cerebral média através da ressonância magnética com técnicas de difusão e perfusão.