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Gestante de 28 anos, secundigesta, encontra-se com 34 semanas de idade gestacional e comparece à consulta de pré-natal assintomática. Em seus exames de rotina do primeiro trimestre (realizados com 10 semanas), apresentava sorologias para toxoplasmose com IgG não reagente e IgM não reagente. A repetição das sorologias, coletadas com 33 semanas, revelou IgG de 180 UI/mL (Reagente) e IgM índice 3,0 (Reagente). A ultrassonografia obstétrica realizada na mesma semana demonstrou feto com biometria no percentil 50, sem anomalias morfológicas, líquido amniótico e placenta normais. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde e FEBRASGO para o manejo da toxoplasmose na gestação, assinale a alternativa que apresenta a conduta imediata mais adequada.
Iniciar espiramicina e agendar amniocentese para pesquisa de DNA do Toxoplasma gondii no líquido amniótico, visando guiar a introdução da terapia fetal.
Prescrever o esquema tríplice (sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico) de forma empírica e imediata, dispensando a realização de amniocentese.
Solicitar o teste de avidez da IgG para confirmar a infecção recente no terceiro trimestre antes de expor o feto aos riscos associados à pirimetamina.
Iniciar espiramicina em monoterapia até a resolução do parto, visto que o uso da pirimetamina no terceiro trimestre associa-se a fechamento precoce do ducto arterioso.
Repetir as sorologias em três semanas; caso seja documentada elevação em quatro vezes ou mais dos títulos de IgG, introduzir o esquema tríplice fetal.