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Gestante, 26 anos, G1P0, 35+2 semanas, relata cefaleia intensa há 12 h, escotomas e dor em hipocôndrio direito. PA na admissão 172×114 mmHg, repetida após 20 min 168×112 mmHg. FC 92 bpm, SatO₂ 98%, afebril. Edema discreto. Cardiotocografia com padrão tranquilizador. Exames: plaquetas 110.000/mm³, TGO 40 U/L, TGP 35 U/L, creatinina 0,8 mg/dL. Urina: relação proteína/creatinina 0,6. Diante do quadro clínico-laboratorial, qual a melhor conduta imediata?

A

Classificar como hipertensão gestacional grave, internar em UTI obstétrica, iniciar sulfato de magnésio e manter manejo expectante até 37 semanas se estabilidade clínica e boa vitalidade fetal.

B

Pre-eclâmpsia com critério de gravidade: iniciar sulfato de magnésio para profilaxia de eclâmpsia, controlar PA com anti-hipertensivos de ação rápida e interromper a gestação após estabilização, preferindo parto vaginal se condições obstétricas favoráveis.

C

Suspeitar de síndrome HELLP e postergar a interrupção por 24–48 h para completar corticoide, com transfusão profilática de plaquetas antes de cesariana eletiva.

D

Tratar como hipertensão crônica descompensada: iniciar nifedipina de liberação prolongada VO, observar por 6 h e alta com retorno em 48 h se a pressão reduzir.

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