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HMSJC - HOSPITAL MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - 2013
Escolar de 7 anos chega ao serviço de emergência durante a madrugada com história de dispneia há três horas. Criança portadora de asma persistente leve, em uso de baixa dose de corticoide inalatório. Refere duas internações pregressas secundárias às crises, nenhuma delas em Unidade de Terapia Intensiva, última há aproximadamente um ano. Refere que há dois dias iniciou com rinorreia, espirros e tosse. Nega febre. Ao exame encontra-se em bom estado geral, consciente, dispneia leve, frequência respiratória = 28ipm, frequência cardíaca = 100bpm, afebril, com retrações intercostais e subdiafragmáticas leves, sibilos difusos à ausculta pulmonar. Sem alterações no restante do exame físico. A saturação de O2 em ar ambiente é 95%. Dentre as listadas abaixo, qual a melhor conduta diante deste caso?
Iniciar oxigenoterapia por cânula nasal. Administrar ß2-agonista a cada 20 minutos por uma hora (03 doses) e introduzir corticosteroide endovenoso ou por via oral. Reavaliar paciente.
Dispensar criança para domicílio com ß2-agonista de curta duração e corticosteroide via oral, retorno em 48 horas para reavaliação.
Solicitar radiografia de tórax. Caso haja pneumonia, dispensar paciente com antibioticoterapia, ß2-agonista de longa duração e corticosteroide oral; se não houver pneumonia, dispensar com ß2-agonista de longa duração e corticosteroide oral.
Internar paciente, iniciar oxigenoterapia por máscara. Introduzir ß2-agonista de curta duração a cada duas horas associado a brometo de ipratrópio. Administrar corticosteroide via endovenosa.