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Durante uma cirurgia laparoscópica pélvica eletiva em um paciente adulto jovem do sexo masculino, o cirurgião observa três pregas peritoneais distintas na parede abdominal anterior. Ao identificar as pregas umbilicais mediais, ele explica à equipe residente que estas estruturas são remanescentes embrionários associados a vasos que, durante a vida fetal, desempenhavam papel essencial na circulação entre o feto e a placenta.
Fonte: Draw Man/Shutterstock.com (adaptado)
Com base na imagem apresentada e nos conhecimentos sobre desenvolvimento embrionário vascular, qual das alternativas abaixo descreve corretamente o destino das artérias umbilicais após o nascimento e sua relação anatômica com as pregas observadas?
As artérias umbilicais persistem integralmente após o nascimento, originando as artérias ilíacas externas e formando as pregas umbilicais laterais, visíveis medialmente à prega epigástrica inferior.
As porções distais das artérias umbilicais persistem como vasos funcionais, enquanto suas porções proximais degeneram, formando os ligamentos umbilicais medianos.
As porções proximais das artérias umbilicais persistem como artérias vesicais superiores e parte das artérias ilíacas internas; suas porções distais se obliteram, formando os ligamentos umbilicais mediais que se projetam como pregas peritoneais.
As artérias umbilicais originam-se diretamente da aorta abdominal e formam as pregas umbilicais medianas; sua obliteração completa ocorre nas primeiras 24 horas após o nascimento.
A porção obliterada das artérias umbilicais constitui as pregas umbilicais laterais, enquanto suas partes proximais formam as artérias glúteas superiores, responsáveis pela irrigação da musculatura posterior da pelve.