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Durante o exame clínico de um paciente com queixa de hiposmia e congestão nasal persistente, o médico observa a presença de secreção espessa, obstrução respiratória e queixas de cefaleia frontal. A TC de seios paranasais revela espessamento mucoso e acúmulo de secreção nos seios maxilares e etmoidais. Ao revisar a anatomia e histologia das fossas nasais com seus alunos, o professor destaca que alterações no revestimento epitelial nasal e na drenagem dos seios paranasais podem desencadear quadros como sinusites crônicas. Considerando as funções histológicas e anatômicas das fossas nasais, qual das alternativas abaixo melhor explica a razão pela qual distúrbios nessa região podem afetar diretamente a função respiratória e olfativa?
Fonte: Adaptação traduzida de Peter Hermes Furian/shuttertock.com
As fossas nasais são compostas exclusivamente por epitélio escamoso queratinizado, o que impede a percepção de odores e dificulta a ventilação dos seios.
A mucosa nasal contém glândulas sudoríparas e sebáceas, cuja disfunção altera o pH local, levando à perda olfativa temporária.
A presença de conchas nasais impede a renovação do ar inspirado, favorecendo a proliferação de fungos e vírus.
A obstrução da área respiratória e olfatória prejudica a filtração, umidificação e aquecimento do ar, além de comprometer a percepção olfativa devido à disfunção do epitélio especializado.
Os seios paranasais são estruturas sólidas, não comunicantes, e por isso sua inflamação não interfere na respiração nem na olfação.