Pratique questões de medicina
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Durante o acompanhamento anestésico de um paciente de 67 anos com quadro de sepse abdominal grave, observa-se hipotensão persistente mesmo após adequada reposição volêmica com cristaloides. A pressão arterial média (PAM) permanece abaixo de 65 mmHg, associada a sinais de hipoperfusão periférica, como tempo de enchimento capilar prolongado e extremidades frias. Diante da refratariedade ao volume, a equipe opta pelo início de vasopressor, com cuidadosa titulação da dose.
Com base no manejo do choque séptico refratário sob a perspectiva anestésica, qual das seguintes condutas está mais alinhada às diretrizes atuais?
Administrar vasopressina como vasopressor de escolha inicial, visando restaurar a resistência vascular sistêmica de forma mais eficaz que a noradrenalina.
Iniciar dopamina em altas doses como droga de primeira linha, com o objetivo de aumentar o débito cardíaco e reverter rapidamente o quadro hipotensivo.
Iniciar noradrenalina como vasopressor de primeira linha, titulando sua dose conforme parâmetros hemodinâmicos e perfusão tecidual.
Utilizar adrenalina como droga de primeira escolha por sua ação inotrópica e cronotrópica direta, ideal para casos de choque séptico refratário.
Evitar o uso de vasopressores inicialmente e priorizar o uso de soluções hipertônicas, como salina 3%, para aumentar rapidamente a pressão arterial.