Pratique questões de medicina
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Durante a visita a uma enfermaria neurológica, um estudante acompanha três pacientes com epilepsias de diferentes etiologias e manifestações clínicas. O preceptor propõe uma discussão sobre o racional farmacológico na escolha dos antiepilépticos, com foco nos mecanismos de ação, tipo de epilepsia, farmacocinética e segurança:
Com base nos perfis clínico-farmacológicos e nos diferentes subtipos de antiepilépticos, qual das combinações a seguir é mais apropriada para o manejo inicial desses pacientes?
Paciente 1 – Lamotrigina (bloqueio de canais de sódio, indicada para epilepsias mioclônicas)
Paciente 2 – Tiagabina (inibição da recaptação de GABA, preferível em idosos)
Paciente 3 – Fenitoína (metabolismo hepático, alta ligação proteica, uso preferencial na IRC)
Paciente 1 – Etossuximida (bloqueio dos canais de cálcio tipo T)
Paciente 2 – Brivaracetam (ação em SV2A com melhor tolerabilidade psiquiátrica)
Paciente 3 – Levetiracetam (excreção renal, uso cauteloso na IRC)
Paciente 1 – Carbamazepina (bloqueio de canais de sódio, amplo espectro)
Paciente 2 – Gabapentina (ação em canais de cálcio tipo N, menor eficácia isolada em epilepsia refratária)
Paciente 3 – Ácido valproico (metabolismo hepático, seguro na IRC)
Paciente 1 – Fenobarbital (ação em GABA-A, indicado como primeira linha em ausências)
Paciente 2 – Levetiracetam (ação em SV2A, indicado apesar dos efeitos psiquiátricos)
Paciente 3 – Gabapentina (eliminação renal, primeira escolha em idosos com epilepsia generalizada)
Paciente 1 – Diazepam (ação prolongada em crises de ausência)
Paciente 2 – Lamotrigina (inibição de canais de sódio, boa tolerância em epilepsia focal)
Paciente 3 – Topiramato (ação múltipla, independentemente da função renal)