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HSL - SP - HOSPITAL SÍRIO-LIBANÊS - SP - 2025
Com o surgimento de viroses emergentes e re-emergentes, como o vírus Ebola, Covid-19 e o vírus Nipah, além de doenças não-virais como a cólera e a tuberculose, o mundo tem se deparado com uma necessidade urgente de fortalecer a resposta global a essas ameaças. Diversas entidades internacionais sugeriram medidas para enfrentar essas doenças, estabelecendo critérios claros de prioridade. São medidas essenciais para a detecção precoce de surtos a contenção eficaz das doenças e o suporte a uma resposta global coordenada. Considerando os critérios de prioridade estabelecidos para o controle global de viroses emergentes e re-emergentes, a sequência de ação que reflete a ordem correta de implementação, conforme as recomendações internacionais é:
Primeiramente, focar no desenvolvimento de vacinas e medicamentos em países com maior capacidade tecnológica; em seguida, fortalecer os sistemas de vigilância global e, por último, melhorar as condições de saneamento básico e infraestrutura de saúde pública nas regiões afetadas.
Primeiramente, estabelecer sistemas de vigilância global para detectar e investigar novos patógenos: em seguida, fortalecer a infraestrutura de saúde pública e redes hospitalares; e, por último, criar laboratórios de alta segurança e implementar estratégias de prevenção e controle.
Primeiramente, fortalecer a infraestrutura de saúde pública em nível local, estadual e federal, em seguida, integrar laboratórios de pesquisa aplicada com a epidemiologia; e, por último, criar sistemas globais de vigilância epidemiológica.
Primeiramente, implementar laboratórios de alta segurança para isolar agentes infecciosos de alto risco; em seguida, fortalecer a infraestrutura de saúde pública e redes hospitalares; e, por último, estimular a comunicação internacional e criar forças-tarefa regionais.
Primeiramente, criar forças-tarefa regionais compostas por epidemiologistas e infectologistas para investigar casos suspeitos; em seguida, focar em medidas de isolamento e contenção de fronteiras: e, por último, fortalecer os sistemas de comunicação e colaboração internacional