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UFT - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS - 2020
A icterícia neonatal é uma das mais prevalentes manifestações do período neonatal e precisa, em cada caso, ter seu risco avaliado e ser abordada da forma mais adequada para prevenir danos futuros. Devido aos danos hepáticos provocados pelo aumento da bilirrubina direta, o diagnóstico etiológico deve ser rápido para que não haja evolução para insuficiência hepática e consequente necessidade de transplante. Considerando a hiperbilirrubinemia direta no recém-nascido, é CORRETO afirmar que:
Sinais clínicos, como: colúria, fezes acólicas e hepatomegalia, oferecem indícios para definição da etiologia da icterícia.
A colestase é considerada neonatal, quando se inicia até o 3° mês de vida, podendo se manter após esse período
Pode haver uma “colestase fisiológica” no período neonatal, decorrente de metabolismo e transporte imaturos de sais biliares.
A icterícia pode ocorrer por aumento da produção da bilirrubina, diminuição de sua captação, redução da conjugação pelos hepatócitos e/ou diminuição da sua secreção.
A irritabilidade, os vômitos, a letargia, os sinais de hipoglicemia e a acidose metabólica chamam a atenção para os erros inatos do metabolismo.