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Topografia do infarto no ECG: como identificar?

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Você sabe identificar a provável topografia do infarto a partir de um ECG? E qual foi a artéria cometida nesse local? Essa é uma habilidade muito importante, e infelizmente pouco difundida entre a comunidade médica.

Mas já pensou a facilidade que seria, com o paciente recém admitido, identificar em qual artéria houve uma isquemia e qual a porção cardíaca afetada pelo infarto? Com essa informação, um médico da sala de emergência já facilita o trabalho até mesmo do cirurgião cardiovascular.

Assim, presta atenção nessas dicas para não esquecer mais como identificar a topografia do infarto.

Como identificar a topografia do infarto com o supra de ST no ECG

A partir das derivações do ECG que apresentam supra de ST, é possível prever qual foi a região do coração que sofreu um infarto, bem como a provável artéria envolvida nessa isquemia. Assim, é importante dominar o básico, para entender a teoria das derivações e suas representações, antes de partir para essa interpretação.

Além disso, vale lembrar que a classificação da topografia do infarto no ECG mudou recentemente, por conta de algumas divergências entre grandes pesquisadores atuais e os métodos historicamente usados nessa avaliação.

Portanto, confira a nova terminologia adotada pela International Society for Holter and Noninvasive Electrocardiology, retirada do Manual de ECG.

Imagem retirada do Manual de ECG

Observe que as regiões que foram consideradas para a elaboração dessa terminologia foram: septal, apical/anterosseptal, anterior extensa, anterior média, lateral, inferior e inferolateral. Assim, ela está mais adaptada aos padrões anatômicos reais do coração, e por isso é mais precisa.

Embora seja mais incomum, o infarto também pode ocorrer no ventrículo direito. Então também é importante reconhecer o padrão esperado no ECG para infartos originados na artéria coronária direita. Esse padrão pode ser a elevação de ST em V1, V3R e V4R, quando for uma oclusão proximal dessa artéria. Em alguns casos em que a coronária direita do paciente é muito longa, essa elevação do segmento ST pode chegar a estar presente em todas as derivações precordiais.

Está lembrado de como posicionar os eletrodos precordiais corretamente? Confira nesse outro post!

Aprenda a laudar um ECG com confiança

O Eletrocardiograma é um dos exames mais importantes da prática médica. Então, como se preparar para dominar o seu laudo? Se você quer aprender desde o básico até os aspectos avançados desse exame, você precisa do Manual de ECG!

O Manual de ECG é um livro completo, atualizado e objetivo sobre o teste diagnóstico mais realizado na prática clínica: O ELETROCARDIOGRAMA! O objetivo desse manual é dar ao leitor um guia definitivo sobre as mais recentes diretrizes, revisões bibliográficas e atualizações de periódicos especializados – são mais de mil e trezentas referências bibliográficas – a respeito do ECG. 

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